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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PERDIZES, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Música, Esportes, LER MSN -
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Alguém viu Emília?

Psicóloga que teve cadela roubada oferece novo cachorro para bandidos Além do animal, os criminosos levaram notebook, celulares e R$ 5.050. Vítima diz que não vai denunciar assaltantes se a cadela for entregue. Inconsolável após o roubo de sua cadela yorkshire Emília, de 8 anos, a psicóloga Kátia Soubihe Abutara, de 38 anos, está fazendo uma proposta inusitada aos criminosos. Ela disse que comprará uma outra cadela, da mesma raça da sua, se os bandidos devolverem Emília.
O animal foi levado da casa da psicóloga, no bairro de Moema, na Zona Sul de São Paulo, no dia 20. Três homens armados invadiram o local e roubaram a cadela. Além do animal, os assaltantes pegaram um laptop, dois celulares, uma corrente de ouro, um relógio e R$ 5.050 em dinheiro. “Não faço questão dos outros objetos, só quero a cadela. Não vou entregar ninguém , quero que eles fiquem em paz, só quero minha cachorrinha que é minha filhinha”, afirmou a psicóloga. Segundo a vítima, os criminosos ficaram cerca de meia hora dentro da casa e exigiam que ela mostrasse onde estava o cofre, caso contrário levariam os animais (a cadela Emília tem uma irmã, Cristal, também de 8 anos). “Eu falei para eles que não tinham cofre e eles levaram as outras coisas”, disse a psicóloga.
De acordo com Kátia, Cristal não come direito desde o dia do assalto por sentir falta da outra cadela. “As duas são como filhas para mim”, afirmou a psicóloga. Ela conta que só passeava com os animais na frente de casa por temer ser vítima de roubo. Em dez anos morando no local, a psicóloga diz que as casas da rua nunca haviam sido assaltadas.
O crime ocorreu por volta das 14h, quando Katia estava abrindo o portão para um amigo, um publicitário de 40 anos. Eles foram rendidos pelos três criminosos e trancados em banheiro que fica no piso superior da casa. “Ela estava latindo muito, quando parei de ouvir os latidos, percebi que eles a levaram”, afirmou. O caso foi registrado no 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi. Nenhum suspeito foi identificado ou preso. http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1390734-5605,00-PSICOLOGA+QUE+TEVE+CADELA+ROUBADA+OFERECE+NOVO+CACHORRO+PARA+BANDIDOS.html
Escrito por Marcelo Marson às 18h06
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Qual a tua?

FANTASIAS SEXUAIS. Segredos de nossas leitoras.
Um lugar perigoso. Quando estava casada realizei com meu marido a minha maior fantasia: transar no mar. Foi numa ilha, e a praia não estava vazia, tinha até um barzinho funcionando, o que era excitante. Também consegui transar em um carro estacionado numa praça e numa garagem... Adoro improvisar e correr perigo. (Patricia, 32 anos, produtora, separada) Garota de programa. Meu namorado quase surtou quando falei pra ele que morro de curiosidade de ir a um bar de garotas de programa. Eu não quero ir atrás de homem, quero ir com ele: ma fazer passar por uma acompanhante e encarar um programa a três, junto com uma profissional. Essa fantasia volta quando me masturbo: eu e outra mulher no controle, deixando o cara enlouquecido. Será que eu teria coragem de ir até o fim? (Aline, 27 anos, psicóloga, solteira) Tesão pela novidade. Quando eu tinha dez anos de casada, me apaixonei por outro homem, também casado, e traí meu marido. Foram as melhores transas da minha vida. Acabei me afastando deste amante, e a decisão foi acertada. Mas confesso que, quando as coisas não estão bem lá em casa, fantasio sexo com alguém diferente do meu marido. Não significa que não goste dele e que não o ache atraente. É puro desejo de novidade. E também daquele gosto incomparável do primeiro beijo. (Luciana, 38 anos, engenheira, casada) Farra no barco. Casados há 12 anos, nossa química é incrível. Adoramos transar assistindo filme pornô e brincamos que o casal da cena está conosco na cama. Outro dia vesti um biquíni, um salto alto e falei que estava num barco em Angra. Era a senha para ele completar a história – aí ele veio andando com a mão para cima, fingindo que estava segurando uma bandeja, e eu perguntei: “O que é isto?” E ele: “Sou o garçom”. Eu disse: “Pode parar. Eu quero transar é com o dono do barco!”Aí ele encarnou o personagem que eu queria, porque precisa ter uma sintonia, não é? Pelo garçom, eu não tive tesão. Uma noite fomo andar de kart e, quando voltamos,ele pediu que eu me depilasse todinha. Eu me raspei no banho e depois transamos imaginando que ele era o piloto e eu a bandeirinha. Ele quer transar com mais gente junto, mas essa eu não topo. Na fantasia, tudo bem, as brincadeiras esquentam a transa, mas nem tudo eu quero colocar em prática. (Elizabeth,39 anos, empresária, casada) Cinta-liga com pluminhas. Adoro sex-shop e brinquedinhos. Já namorei um cara que topava usar vibrador na transa, o que é raro. Com ele, fazia uma farra: calcinha aberta embaixo que dá para transar sem tirar, cinta-liga com estampa de onça e pluminhas, fantasia de enfermeira, algemas, calcinha comestível e outras “cositas” mais. Mas o namoro acabou... E claro que eu não vou mostrar o meu arsenal para algum cara que acabei de conhecer, tem de ser namorado. Estou atrás de um! (Júlia, 24 anos, estudante, solteira) Dois homens loucos por mim. Há anos desejo transar com dois homens ao mesmo tempo. Acho que muita mulher sonha com isto. Nunca me atrevi a tocar no assunto com um parceiro, mas tentei levar o clima nesta direção quando saí com um namorado e um amigo, só que não rolou. Uma vez, cheguei a ter uma experiência em grupo, mas éramos dois casais. Não é a mesma coisa. Na minha cabeça, estou com dois homens, ambos loucos para me dar prazer. Só de pensar já fico maluca! (Ana Cristina, 42 anos, advogada, divorciada) Revista Claudia-novembro 2008, p. 218
Escrito por Marcelo Marson às 09h54
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Faça a opção certa...
 
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. (Carlos Drummond de Andrade)
Não precisamos do sofrimento quando temos a compreensão e o entendimento. (Gasparetto)
A felicidade não é um prêmio e sim uma consequência. O sofrimento não é um castigo e sim um resultado. (R. G. Ingersoll)
Escrito por Marcelo Marson às 04h33
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Autoritário...
 OS PODRES PODERES DE LULA São autoritários. São brutais. Nada escapa a seu projeto de poder. Nem as vidas privadas. Nem as famílias. Nem a intimidade. Que seja Lula o chefe disso que já se pode chamar um “regime” é particularmente asqueroso. É porque ele próprio foi vítima da exploração política de uma invasão de privacidade em 1989, quando Fernando Collor, hoje seu aliado, levou ao horário eleitoral o caso Miriam Cordeiro. E, basta pesquisar, o expediente foi unanimemente rejeitado. A que me refiro? Lula ligou para Dona Canô, 102 anos, mãe do cantor e compositor Caetano Veloso, para dizer que estava tudo bem. Era o nosso Sumo Sacerdote perdoando os pecadores. Por quê? Por causa deste trecho de uma entrevista de Caetano ao Estadão, segundo a transcrição: “Não posso deixar de votar nela [Marina Silva]. É por demais forte, simbolicamente para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro.” O contexto não ameniza a palavra “analfabeta”, mas, se me permitem a aparente tautologia, “contextualiza-a”. Há implícita, ou bem explícita, a idéia de que Marina venceu uma limitação de origem, enquanto Lula preferiu transformá-la em ativo eleitoral e em ideologia. Já reagi a uma crítica de Caetano. Ele afirmou em entrevista que considerava “cafajeste” certo jornalismo de São Paulo (ou coisa assim) que acusava parte dos professores da USP de “esquerdopatas”. O “jornalismo de São Paulo” que faz isso sou eu. Ele falou, eu reagi, as coisas estão ditas. É assim na democracia. Não precisamos ser amigos nem inimigos. PRECISAMOS DE UM REGIME EM QUE AS PESSOAS DIGAM AS COISAS SEM SE TRANSFORMAREM EM ALVO DE PERSEGUIÇÃO E, EVENTUALMENTE, DE CENSURA MORAL MANIPULADA PELO ESTADO. Eu mesmo, comentando o imbróglio todo, fiz uma leitura bastante severa da opção de Caetano por Marina, uma vez que se diz admirador de Mangabeira Unger. No plano das idéias e das escolhas, são opções antitéticas. Mas reitero: ele fala, eu falo, os outros falam. A democracia também se define por essa pluralidade de vozes. Não sob o lulismo. O petismo, como já está claro, infiltrou-se também na família Veloso. Era inevitável. Esse vírus se espalha com tanta facilidade quanto a gripe suína. Trata-se de um agente patogênico que se adapta com facilidade às mais diversas circunstâncias. É dotado de múltiplas portas de conexão. “Você não gosta de injustiças?” Então é petista. “É a favor da igualdade?” Então é petista. “É a favor dos ditos oprimidos?” Então é petista. Só que há um preço para sê-lo: deixar que o partido e o demiurgo cuidem dessas coisas por você. Eles vão fazer algumas coisas estranhas — como juntar num mesmo imbróglio político-partidário movimentos sociais, fundos de pensão, empreiteiras, BNDES etc. Também vão dar de ombros para o ordenamento jurídico. Mas tudo para o bem da causa. E, claro, é preciso adorar o líder. No petismo, pode-se tirar o crucifixo da parede na suposição de que isso pode pegar mal — já trato do assunto. Mas é proibido não adorar o retrato de Lula. Não fazia sentido, claro!, porque exporia a brutalidade na sua crueza, levar Dona Canô — 102 anos, muito admirada, com justiça, na Bahia e em boa parte do Brasil — a ligar para Lula para pedir perdão. Então é Lula quem liga para Dona Canô para perdoar a família, o que ressalta, ademais, a generosidade do líder. Lula tenta, assim, o que nem a ditadura militar tentou: desautorizar Caetano junto a seu próprio público e, pior e mais grave, à sua família. Duvido que o cantor reaja. O esquema “franklinstein” não tem qualquer pejo em avançar no território do sagrado. O lulo-petismo privatizou as vidas privadas. Na cabeça dessa gente, pertencemos todos ao partido, queiramos ou não. Deve ser tarde demais para que Caetano e eu venhamos a concordar, mas, quando cravei o termo “esquerdopatia”, referia-me justamente a essa doença do espírito que não reconhece o direito de um indivíduo ser aquilo que é. O “ser” se define apenas como afirmação ou negação do partido e seu líder. No caso de a definição se dar pela negativa, a máquina é acionada para esmagar o rebelde. E, se preciso, eles põem a mãe no meio. É a Revolução dos Bichos. O vírus da praga suína está aí. Os porcos estão com tudo. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/
Escrito por Marcelo Marson às 04h27
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Quem é o “Filho do Brasil"

Lula e o efeito Pré-sal Diogo Mainardi: Quem é o “Filho do Brasil” “O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins” Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás - os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos -, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes. Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” - só que num cenário mais indigente e embolorado. Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula? Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo
Escrito por Marcelo Marson às 03h56
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Se puder, assista... E reflita sobre a vida.

O filme "2012" retrata o fim do mundo apontado pelo calendário maia http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4110428-EI238,00-Cientistas+derrubam+seis+mitos+sobre+o+fim+do+mundo.html
Escrito por Marcelo Marson às 14h48
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Acredite se quiser...
Cientistas derrubam seis mitos sobre o fim do mundo. O fim do mundo está próximo - 21 de dezembro de 2012, para ser mais exato - segundo teorias baseadas na suposta antiga previsão maia e divulgadas pela máquina de marketing por trás do filme "2012". Mas será que a humanidade poderia realmente encontrar o fim, afogada em enchentes apocalípticas, atingida por um planeta secreto, tostada por um sol raivoso, ou lançada à deriva por continentes acelerados? E será que a antiga civilização maia - cujo império teve seu apogeu entre 250 e 900 d.C. onde hoje é o México e a América Central - realmente previu o fim do mundo em 2012? Pelo menos um aspecto desse alarde, para algumas pessoas, é muito real: o medo. O site da Nasa "Pergunte a um astrobiólogo", por exemplo, recebeu milhares de perguntas sobre a previsão do fim do mundo em 2012: algumas perturbadoras, segundo David Morrison, cientista sênior do Instituto de Astrobiologia da Nasa. "Muitos dos (que enviaram as perguntas) estão genuinamente assustados", Morrison disse. "Houve dois adolescentes que estavam pensando em se matar, porque não queriam estar por aqui quando o mundo acabasse", ele disse. "Duas mulheres nas últimas duas semanas disseram que estavam pensando em matar seus filhos e elas mesmas para não terem que sofrer com o fim do mundo". Felizmente, com a ajuda de cientistas como Morrison, a maioria dos cataclismos previstos para 2012 é facilmente explicada. Mito 1 sobre 2012. Previsão maia do fim do mundo em 2012. O calendário maia não termina em 2012, como alguns afirmaram, e esse povo antigo nunca considerou tal ano como o tempo do fim do mundo, dizem arqueólogos. Mas 21 de dezembro de 2012, (um dia a mais ou a menos) foi, todavia, importante para os maias. "É a época em que o maior ciclo do calendário maia - 1.872.000 dias ou 5.125,37 anos - acaba e um novo ciclo começa", disse Anthony Aveni, especialista em povo maia e arqueoastrônomo da Universidade Colgate em Hamilton, Nova York. Os maias registravam o tempo em uma escala que poucas culturas consideraram. Durante o apogeu do império, os maias inventaram a Grande Contagem - um comprido calendário circular que "transplantava as raízes da cultura maia desde a criação do mundo em si", Aveni disse. Durante o solstício de inverno de 2012, encerra-se a era atual do calendário da Grande Contagem, que começava no que os maias viam como o último período da criação do mundo: 11 de agosto de 3114 a.C. Os maias escreveram essa data, que precedeu sua civilização em milhares de anos, como o Dia Zero, ou 13.0.0.0.0. Em dezembro de 2012, a longa era termina e o complicado calendário cíclico volta ao Dia Zero, iniciando outro grande ciclo. "A ideia é que o tempo se renova, que o mundo se renova novamente - muitas vezes após um período de estresse - da mesma forma que renovamos o tempo no dia de Ano Novo ou mesmo na segunda-feira de manhã", disse Aveni, autor de "The End of Time: The Maya Mystery of 2012." Mito 2 sobre 2012. Continentes em ruptura vão destruir a civilização. Em algumas profecias do fim do mundo em 2012, a Terra se torna uma armadilha mortal ao passar por um "deslocamento de pólos". A crosta e o manto do planeta irão de repente se deslocar, girando em torno do núcleo externo de ferro líquido da Terra como a casca de uma laranja gira em torno de sua suculenta fruta. "2012", o filme, imagina um deslocamento polar previsto pelos maias, desencadeado por uma força gravitacional extrema sobre o planeta, graças a um raro alinhamento galáctico" - e por uma radiação solar massiva que desestabiliza o centro da Terra ao aquecê-lo. A ruptura de oceanos e continentes despeja cidades no mar, arrasta palmeiras para os pólos e gera terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e outros desastres. Os cientistas descartam cenários tão drásticos, mas alguns pesquisadores têm especulado que um deslocamento mais sutil poderia ocorrer, por exemplo, se a distribuição de massa sobre ou dentro do planeta mudasse radicalmente, devido a, digamos, o derretimento das calotas polares. O geólogo da Universidade de Princeton Adam Maloof, que estudou extensivamente os deslocamentos polares, disse que a evidência magnética nas rochas confirma que os continentes passaram por um rearranjo drástico, mas o processo levou milhões de anos - lento o bastante para a humanidade não sentir o movimento. Mito 3 sobre 2012. Alinhamento galáctico revela perdição. Alguns observadores do céu acreditam que 2012 irá se encerrar com um "alinhamento galáctico", que ocorrerá pela primeira vez em 26.000 anos. Nesse cenário, o trajeto do sol pelo céu pareceria cruzar o que, da Terra, é visto como o ponto médio da nossa galáxia, a Via Láctea, que em boas condições de observação aparece como uma faixa de neblina no céu noturno. Alguns temem que esse alinhamento de alguma forma exponha a Terra a poderosas e desconhecidas forças galácticas que irão precipitar o seu fim - talvez através de um "deslocamento polar" ou movimento do supermassivo buraco negro do coração da nossa galáxia. Outros veem o suposto evento sob uma luz positiva, como o prenúncio do despertar de uma nova era na consciência humana. Morrison, da Nasa, tem uma visão diferente. "Não existe nenhum 'alinhamento galáctico' em 2012", ele disse, "ou pelo menos nada fora do comum." Ele explicou que um tipo de "alinhamento" ocorre durante todos os solstícios de inverno, quando o sol, visto da Terra, aparece no céu próximo do que parece ser o ponto médio da Via Láctea. Astrólogos podem se entusiasmar com alinhamentos, Morrison disse. "Mas a realidade é que os alinhamentos não são de interesse para a ciência. Eles não significam nada", ele disse. Eles não modificam a força gravitacional, a radiação solar, as órbitas planetárias, ou qualquer coisa que tenha impacto na vida da Terra. Mas a especulação sobre alinhamentos não é surpreendente, ele afirma. "Fenômenos astronômicos comuns são imbuídos de um senso de ameaça por pessoas que já acreditam que o mundo vai acabar." Em relação aos alinhamentos galácticos, David Stuart, especialista em povo maia da Universidade do Texas, escreve em seu blog que "nenhum texto ou arte dos antigos maias faz referência a qualquer coisa do tipo". Mesmo assim, a data final do atual ciclo da Longa Contagem - o solstício de inverno de 2012 - pode ser evidência da habilidade astronômica dos maias, disse Aveni, o arqueoastrônomo. "Não descarto a probabilidade de que a astronomia desempenhou um papel" na escolha de 2012 como o término do ciclo, ele disse. Astrônomos maias construíram observatórios e, através da observação dos céus noturnos e usando a matemática, aprenderam a prever com precisão eclipses e outros fenômenos celestiais. Aveni observa que a data de início do atual ciclo foi provavelmente associada a uma passagem do zênite solar, quando o sol cruza diretamente sobre nossas cabeças, e sua data de término cairá no solstício de dezembro, talvez intencionalmente. Essas escolhas, ele disse, podem indicar que o calendário maia está ligado aos ciclos sazonais de agricultura, centrais para a sobrevivência dos povos antigos. Mito 4 sobre 2012. O Planeta X está em rota de colisão com a Terra. Alguns dizem que ele está por aí: um misterioso planeta X, também conhecido como Nibiru, em rota de colisão com a Terra - ou pelo menos a caminho de uma passagem de raspão destruidora. Dizem que uma colisão direta iria destruir a Terra. Mesmo uma passagem de raspão, alguns temem, poderia gerar uma chuva de asteróides de impacto mortal, arremessados em nossa direção pelo turbilhão gravitacional do planeta. Será que esse planeta desconhecido realmente poderia estar vindo em nossa direção em 2012, mesmo passando de raspão? Bem, não. "Não há objeto nenhum por aí", disse Morrison, o astrobiólogo da Nasa. "Essa provavelmente é a coisa mais clara a se dizer." As origens dessa teoria na verdade antecedem o amplo interesse em 2012. Popularizado em parte por uma mulher que alega receber mensagens de extraterrestres, o fim do mundo relacionado a Nibiru foi originalmente previsto para 2003. "Se houvesse um planeta ou uma anã marrom ou qualquer objeto que fosse estar no interior do sistema solar daqui a três anos, os astrônomos o teriam estudado na última década e ele seria visível a olho nu hoje." "Não há nada." Mito 5 sobre 2012. Tempestades solares irão devastar a Terra. Em alguns cenários de desastre para 2012, nosso próprio sol é o inimigo. Nossa amigável estrela vizinha, segundo rumores, irá produzir erupções letais de labaredas solares, que aumentarão o calor sobre os terráqueos. A atividade solar cresce e diminui segundo aproximadamente ciclos de 11 anos. Grandes labaredas podem de fato danificar as comunicações e outros sistemas da Terra, mas os cientistas não têm indicações de que o sol, pelo menos no curto prazo, irá lançar tempestades fortes o suficiente para fritar o planeta. "Ao que parece, o sol não está seguindo a programação mesmo", afirmou Morrison, o astrônomo da Nasa. "Esperamos que esse ciclo provavelmente não seja concluído em 2012, mas um ou dois anos depois." Mito 6 sobre 2012. Os maias tinham previsões claras para 2012. Se os maias não esperavam o fim do mundo em 2012, o que exatamente eles previram para esse ano? Muitos estudiosos que se aprofundaram na evidência dispersa em monumentos maias dizem que o império não deixou um registro claro prevendo que qualquer coisa específica aconteceria em 2012. Os maias retrataram de fato um desagradável - embora não datado - cenário do fim do mundo, descrito na página final de um texto de aproximadamente 1100, conhecido como Códice de Dresden. O documento descreve um mundo destruído pela enchente, um cenário imaginado em muitas culturas e provavelmente vivenciado, em uma escala menos apocalíptica, por povos antigos. Aveni, o arqueoastrônomo, disse que o cenário não deve ser interpretado literalmente - mas como uma lição sobre o comportamento humano. Ele associa os ciclos ao nosso próprio período de Ano Novo, quando a conclusão de uma era é acompanhada por atividades frenéticas e estresse, seguidas de um período de renascimento, quando muitas pessoas fazem uma reflexão e resolvem começar a viver de uma maneira melhor. Na verdade, Aveni diz, os maias não eram muito chegados a previsões. "Toda a escala de registro do tempo é muito direcionada ao passado, não ao futuro", ele disse. "O que é lido nesses monumentos da Longa Contagem são eventos que ligavam os governantes maias a ancestrais e ao divino". "Quanto mais você planta suas raízes no passado do tempo profundo, melhor você pode argumentar que é legítimo", Aveni disse. "E acho que é por isso que esses governantes maias usavam o tempo da Longa Contagem". "Não se trata de uma previsão fixa sobre o que vai acontecer."
Escrito por Marcelo Marson às 14h44
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Só escolher...
Cabeça feita Como deixar seu cabelo bem assustador  








Escrito por Marcelo Marson às 13h31
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Se a moda pegar...
Ativistas defendem direitos da mulher na Ucrânia 





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Escrito por Marcelo Marson às 13h08
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Aceitar o que acontece...

Aprendendo a lidar com a frustração :: Elisabeth Cavalcante ::
Todos nós, em algum momento da vida, experimentamos algum tipo de frustração. A frustração é um sentimento que se desenvolve quando nos vemos privados de uma satisfação que nos parece legítima, mesmo que às vezes não tenhamos razão.
As causas da frustração tanto podem ser a ausência de coisas materiais que ambicionamos possuir, como a presença de um obstáculo exterior para que concretizemos nossos desejos.
Porém, algumas vezes vivenciamos uma sensação de proibição interior gerada por causas psíquicas que derivam de conflitos vivenciados na infância. Estas causas determinam frustrações mais profundas que, para serem vencidas, exigem um trabalho de interiorização e investigação a ser feito através de uma terapia psicológica, para determinar com precisão sua origem. Muitas vezes a auto análise e uma grande capacidade de reflexão pode ajudar-nos a melhor compreender as razões de nossas frustrações, entretanto, dependendo do grau em que se desenvolveram, a ajuda profissional é imprescindível
As pequenas frustrações do dia-a-dia são, de modo geral, fáceis de serem contornadas. Entender que nem todos os nossos desejos podem ser satisfeitos é o primeiro passo para aprendermos a lidar com o sentimento de frustração. Outro fator importante é adquirir a consciência de que tudo na vida tem o momento certo para acontecer e nem sempre acontece com a rapidez que desejamos.
Essa consciência nos ajuda a lidar com as frustrações de forma mais sábia e equilibrada, uma vez que alcançar determinados objetivos nem sempre depende unicamente de nós. Muitas vezes, existem outras pessoas envolvidas e precisamos entender e aceitar que seu tempo de agir é diferente do nosso. O problema é quando não conseguimos realizar nossos mais profundos anseios por medo, insegurança, falta de autoconfiança ou outra limitação interior. Neste caso, somos tomados por um sentimento de incapacidade que torna o sentimento de frustração ainda mais intenso. Estabelecer claramente as causas de nossas frustrações permite-nos determinar quais aquelas que dependem unicamente de nossas atitudes para serem combatidas, e agir de modo a reduzir este sentimento. A criança e o adolescente que vivenciam o ego de forma intensa não toleram ver frustrados os seus desejos e se enraivecem quando isso acontece. Mas, à medida que amadurecemos, precisamos aprender, ainda que a duras penas, que nem todos os nossos desejos podem ser satisfeitos e que as frustrações são parte inerente da vida adulta. Conseguir encará-las com realismo é um passo essencial para o nosso crescimento interior. O importante é não perder de vista que libertar-se da frustração exige uma atitude de nossa parte, caso contrário nos tornaremos amargos, mal-humorados e incapazes de usufruir os bons momentos da vida. http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=3575
Escrito por Marcelo Marson às 12h31
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Reconhecer a impossibilidade...



18 de Novembro de 2009 Sobre esse pai que jogou o filho de 2 anos do edifício e depois saltou, mais uma vez a gente vê uma história trágica envolvendo alguém que não estava minimamente equipado para lidar com a frustração. A baixa tolerância à frustração é fruto do mimo que cerca o homem moderno. Em outros tempos, as pessoas tinham que conviver com a frustração diariamente. Há coisa de 80 anos, quando não existia a penicilina e as pessoas morriam aos borbotões, todo mundo era obrigado a lidar na marra com a contrariedade. O que hoje parece insuportável, um problema amoroso, por exemplo, era café pequeno para os nossos antepassados. Estamos ficando frouxos, e eu nem gosto de pensar como será quando a geração do videogame for ter os seus netos… http://blogs.band.com.br/barbaragancia/index.php/2009/11/18/ninguem-mais-sabe-lidar-com-a-frustracao/
Escrito por Marcelo Marson às 12h29
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Sem rumo frente à frustração...



Adulto e criança morrem ao cair de prédio na Zona Sul de SP
Edifício fica na Rua Correia de Lemos. Bombeiros chegaram ao local e constataram mortes.
Um adulto e uma criança morreram ao cair de um prédio no bairro Chácara Inglesa, na região da Saúde, na Zona Sul de São Paulo na manhã desta quarta-feira (18), segundo informações dos Bombeiros e da Polícia Militar. O edifício é de classe média alta.Os bombeiros foram acionados para o local às 10h25 e encaminharam três equipes, mas ao chegar no prédio, que fica na Rua Correia de Lemos, constataram a morte das duas vítimas. Segundo as primeiras informações, eles teriam caído do terraço do prédio, que fica acima do 18º andar.
Ainda não estão confirmadas as circunstâncias da queda. Policiais militares estão no local para acompanhar a ocorrência. A informação inicial é de que o homem atirou a criança, um menino entre 4 e 5 anos, e depois se jogou. O menino morava no 5º andar do prédio e estava com a babá. O homem teria passado no apartamento, pegado a criança e levado até o topo do prédio. Os dois morreram na hora. Os vizinhos dizem que o adulto era pai do menino, mas a polícia ainda não confirma essa informação. http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1383470-5605,00.html Pai que jogou filho de prédio em SP estaria deprimido
Segundo parentes e amigos, consultor havia se separado da mãe do garoto e tentava reatar relação SÃO PAULO - O consultor Cássio Rodrigues, de 30 anos, que jogou o filho do terraço de um prédio de 18 andares nesta quarta-feira, 18, na Chácara Inglesa, zona sul de São Paulo, estava deprimido desde o final do casamento. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), parentes e amigos afirmaram que Cássio havia se separado da mãe do garoto há algum tempo e que tentava reatar a relação.
Hoje, os familiares ficaram preocupados após receberem uma ligação do consultor. Cássio teria chorado ao telefone e se desculpando sem motivo. Em seguida, a irmã e o pai de Cássio foram à casa da ex-esposa procurá-lo. A babá de Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos, disse que Cássio havia acabado de aparecer para pegar o filho. Nesse momento, por volta das 10h30, os três ouviram um estrondo vindo da rua. Segundo a secretaria, o pai atirou o filho do terraço e pulou do mesmo local. Os corpos dos dois estavam no gramado do condomínio, localizado na Rua Correia de Lemos. O caso foi registrado no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,pai-que-jogou-filho-de-predio-em-sp-estaria-deprimido,468527,0.htm Pai joga criança pela janela de prédio em SP e se joga em seguida
Redação CORREIO
Nesta quarta-feira (18), pai e filho morreram em São Paulo ao caírem de um prédio de classe média alta no bairro Chácara Inglesa, na Zona Sul da cidade. O consultor de 30 anos teria jogado a criança e, em seguida também se jogou do prédio. A criança morava com a mãe no quinto andar do edifício e de acordo com os bombeiros, o homem levou o filho de cerca de 2 anos e meio para o 18º andar, de onde teria jogado a criança. A babá disse a polícia que deixou os dois sozinhos para ir à lavanderia do apartamento, e quando voltou, viu ambos entrando no elevador.
De acordo com o Folha Online, o homem estava em processo de separação. Em boletim, a Polícia Civil informa que a mãe do consultor disse que 'o amor da vida dele era o filho e a companheira'. O casamento durou quatro anos e há seis meses terminou. A mãe do consultor também disse que ele passou a freqüentar uma igreja na tentativa de reatar o relacionamento. Na terça-feira (17), o homem deixou um bilhete dizendo que amava a ex-mulher; e hoje telefonou para pedir desculpas por algo que tivesse causado sofrimento a ela. http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=41808&mdl=27
Escrito por Marcelo Marson às 12h10
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Que atitude tomaria?


Bebê morre após ser deixado sozinho dentro de carro em SP
PM diz que criança de 5 meses ficou no veículo mais de cinco horas. Bebê sofreu queimaduras pelo sol; caso ocorreu na Zona Leste. Um bebê morreu nesta quarta-feira (18) após ser deixado dentro de um carro, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, ele sofreu queimaduras. A Secretaria Estadual da Saúde diz que a criança, de 5 meses, teve uma parada cardiorrespiratória. A PM diz que a dona do carro foi identificada como a mãe do bebê. O sexo da criança não havia sido informado até as 16h30. A polícia não soube dizer por quem o bebê foi encontrado. O carro estava estacionado na Rua Salvador Mastropietro, na Vila Prudente, e o caso foi registrado no 56º DP (Vila Alpina). Segundo a secretaria, a morte da vítima foi atestada às 15h15.
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1383936-5605,00-BEBE+MORRE+APOS+SER+DEIXADO+SOZINHO+DENTRO+DE+CARRO+EM+SP.html
Mãe de bebê esquecido em carro paga fiança e deixa delegacia
Criança de cinco meses morreu na tarde desta quarta-feira (18). Mulher pagou R$ 1.000; ela foi autuada por homicídio culposo.
A mãe do bebê de cinco meses, morto nesta quarta (18) após ter sido deixado no carro por quase cinco horas na Vila Alpina, na Zona Leste de São Paulo, pagou uma fiança de R$ 1.000 e foi liberada do 56º Distrito Policial (DP) por volta das 20h45. Ainda abalada, ela não quis falar com os jornalistas. O carro dela já foi liberado. A mulher foi autuada em flagrante por homicídio culposo – quando não há intenção de matar. A menina de cinco meses ficou das 8h40 até as 13h dentro de um carro estacionado na Rua Salvador Mastropietro. O veículo ficou no sol. Chegou a fazer 30ºC em São Paulo nesta quarta.Segundo o delegado Paulo César Gasparoto, a mãe contou que normalmente deixava a bebê em uma creche e depois seguia para outra com sua filha mais velha, de 6 anos. Nesta quarta, ela inverteu a rotina e deixou a mais velha antes. No entanto, ela se esqueceu que a outra ainda estava no carro. Em depoimento, a mulher de 40 anos, gerente financeira de uma empresa metalúrgica, disse que só deu conta do fato quando deixou o trabalho para buscar a filha na creche e levá-la ao pediatra. “A criança foi esquecida pela mãe, que se dirigia ao trabalho e deixou a criança lá dentro”, disse o delegado. Foi apenas ao chegar perto do veículo que ela se deu conta de que a criança estava lá dentro. Ninguém nas ruas conseguiu ver o bebê porque os vidros do carro são escuros. Segundo a Polícia Militar, ele sofreu queimaduras. A criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu e chegou já sem vida ao hospital. A Secretaria Estadual da Saúde diz que a criança teve uma parada cardiorrespiratória.
Outros casos Em abril de 2007, um menino de 1 ano e 4 meses morreu após ser esquecido dentro do carro pelo pai na garagem do edifício em Guarulhos. Pela manhã, o pai saiu para levar a mulher ao trabalho com o filho no banco traseiro do veículo. Quando voltou para o prédio, estacionou o carro na garagem e subiu para o seu apartamento. Ele só se lembrou da criança por volta do meio-dia, após conversar com a mulher pelo telefone. O bebê chegou a ser socorrido em um hospital, mas morreu. Em abril de 2006, um bebê de 1 ano e 3 meses também morreu com queimaduras de primeiro e segundo graus pelo corpo após ter ficado sete horas dentro do carro. Segundo a polícia, ele foi esquecido pelo pai em um estacionamento em Santana, na Zona Norte de São Paulo.
O pai esqueceu de deixar o filho na creche e foi direto para o trabalho, estacionou e esqueceu a criança. Só retornou ao final do expediente. O menino foi levado ao hospital, mas chegou sem vida ao local. As queimaduras foram provocadas pelo sol. O pai foi indiciado por homicídio culposo. http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1384406-5605,00.html
Escrito por Marcelo Marson às 11h45
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Imaturidade estendida

A era dos adultos infantilizados Se não conseguimos crescer, como será possível educar os filhos? Na semana passada, um amigo me enviou um email com o anúncio de um personal organizer. Ele sugeria que eu contratasse um desses “profissionais” para arrumar a minha mesa. Era uma sacanagem, claro. Eu detenho o título de autora da mesa mais bagunçada da Época desde que entrei na equipe da revista, em janeiro de 2000. Nesse quesito, sou imbatível. Na minha mesa, é possível encontrar, convivendo ecumenicamente lado a lado (ou um em cima do outro), um saco de salgadinhos, uma imagem de São Francisco de Assis, uma lagosta de borracha e um dicionário de sinônimos. Isso em apenas um cantinho. Às vezes preciso escrever com os cotovelos grudados no corpo, porque não tenho outro lugar para apoiá-los. Embora venha cogitando ter uma mesa organizada há umas duas décadas, na minha bagunça pessoal eu acho tudo e não perco nada – ou quase nada. É o meu jeito. Mas há algo bem interessante na brincadeira do meu amigo. A multiplicação de termos como personal e coach diz muito sobre a época em que vivemos. E sobre os adultos que nos tornamos.
O conceito de infância, como o conhecemos, se consolidou no Ocidente a partir do século XVIII. Até o século XVI, pelo menos, assim que fossem desmamadas e conseguissem se virar sem as mães ou as amas, as crianças eram integradas ao mundo dos adultos. E, como tal, eram responsáveis pelas consequências de seus atos. A infância, como idade da brincadeira e da formação escolar, ao mesmo tempo com direito à proteção dos pais e depois à do Estado, é algo relativamente novo. Nem sempre as crianças significaram a promessa para o futuro tanto de uma família como de uma nação. A infância não é um conceito natural ou determinado apenas pela biologia. Como tudo, é também ou principalmente uma invenção cultural, um fenômeno histórico implicado nas transformações econômicas e sociais do mundo dos humanos, em permanente mudança e construção. Me parece que hoje há algo novo nesse cenário. A partir do século XXI, vivemos a era dos adultos infantilizados. Uma espécie de infância permanente do indivíduo. Não é por acaso que os coaches proliferam. Coach, em inglês, significa treinador. Originalmente, treinador de times e de esportistas. Mas que foi ampliada para treinador de tudo, inclusive de como viver: os life coaches. Personal trainers têm função semelhante. Treinar alguém para se exercitar, comer, se vestir, namorar, conseguir amigos e emprego, lidar com conflitos matrimoniais e profissionais, arrumar as finanças e também organizar os armários e a mesa de trabalho, como na sugestão do meu amigo. Nesses conceitos importados dos Estados Unidos, o país que transformou a infância numa bilionária indústria cultural e de consumo, a ideia é a de que, embora estejamos no que se convencionou chamar de idade adulta, não sabemos lidar com nenhum aspecto da vida sozinhos. Coaches e personal trainers podem ser eufemismos para uma função muito parecida com a da babá. Crescemos, terminamos a escola, constituímos família ou não, vamos para o mercado de trabalho, mas precisamos de alguém que arrume nossa mesa e nossa casa, nos ensine a comer direito, nos diga como namorar e conseguir amigos, nos treine para impressionar o chefe e conquistar uma promoção. Nos ensine, em programas diários, semanais, mensais e anuais, como num planejamento das metas de uma empresa, a viver, como no caso dos life coaches. Ao nos reduzirmos a adultos que precisam de babás por total incapacidade de lidar com qualquer aspecto da vida, do sentimental ao profissional, a que renunciamos? A muito. Mas o principal é que renunciamos à responsabilidade. A construção contemporânea de infância está fundamentada no conceito de que, tanto no estatuto social quanto no jurídico, crianças são seres com direito à proteção e à educação – mas sem responsabilidade pelos seus atos. Crescer, tornar-se adulto, é justamente passar a responsabilizar-se pelos seus atos. Mas, no caso das novas gerações de 20, 30, 40 anos, se isso ainda vale para o estatuto jurídico, parece perder força no estatuto social. Os adultos desse início de milênio parecem prolongar a infância no sentido da não-responsabilização. São sinais, aqui e ali, de uma transformação na forma de ver a si mesmo – e de ser visto. É corriqueiro testemunhar, seja no bar ou na empresa, gente que fica muito surpresa porque seus atos motivaram uma reação indesejável, uma conseqüência pela qual precisam responder. Nesse momento, vemos adultos com cara de surpresa, olhos arregalados como os de uma criança. Parecem pensar: “Mas por que eu, que sou tão bacana, tão inteligente, tão cool?”. Quando podem, chamam os pais, os advogados.... os coaches para salvá-los. A expectativa, como um direito adquirido, é a de que sempre serão “perdoados”. Da mesma maneira, encarnam a geração do “eu mereço”. Se não há responsabilidade pelos seus atos, também não há responsabilidade pelas suas conquistas. Está cada vez mais diluída a ideia de trabalhar por aquilo que se quer com a consciência de que custa tempo, esforço, dedicação. Escolhas e também perdas, frustrações. Alcançar sonhos, ideais ou mesmo objetivos parece ser compreendido como uma consequência natural do próprio existir, de preferência imediata. É uma espécie de visão contemporânea da ideia mística de destino, de predestinação. Ou apenas uma questão de usar a estratégia certa. E, para nos ensinar a traçá-la, buscamos um business coach. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104810-15230,00-A+ERA+DOS+ADULTOS+INFANTILIZADOS.html
Escrito por Marcelo Marson às 19h43
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Realidade...

A cada dois anos, o ‘subperonismo lulista’ cria uma sigla para controlar a imprensa. Atacando em duas frentes: editorial e comercial. A imprensa, de bombardeio em bombardeio, de anúncio em anúncio, de chantagem em chantagem, amedronta-se e domestica-se” Lula tem de parar de alisar os cabelos. Em 14 de dezembro, ele inaugurará a Confecom. Por extenso: Conferência Nacional de Comunicação. Uma das propostas encaminhadas à Confecom pelo Conselho Federal de Psicologia é proibir a propaganda com pessoas de cabelos alisados, com o argumento de que ela pode causar “transtornos de toda ordem”, comprometendo “a integridade física e psicológica” de quem a assiste. O que dizer de Lula? O que dizer de seu cabeleireiro Wanderley? A Confecom é igual à Ancinav. Ela é igual também ao CFJ. A cada dois anos, o “subperonismo lulista” cria uma sigla para controlar a imprensa. Atacando em duas frentes: editorial e comercial. Inicialmente, as empresas do setor concordaram em participar da Confecom. Depois, elas se deram conta da armadilha preparada por Franklin Martins e pularam fora. Só restaram entidades como CUT, Abragay e Conselho Federal de Psicologia. Que, além de proibir a propaganda com pessoas de cabelos alisados, recomenda proibir igualmente a propaganda de carros, porque “o estímulo ao transporte individual ofusca as lutas por um transporte público de qualidade” e aumenta “o número de mortes em acidentes de trânsito”. A Ancinav fracassou. O CFJ fracassou. O que acontecerá com a Confecom? Fracassará. Mas a imprensa, de bombardeio em bombardeio, de anúncio em anúncio, de chantagem em chantagem, amedronta-se e domestica-se. Lula sabe disso. Franklin Martins sabe disso. O resultado é que, nos últimos dias, Dilma Rousseff também passou a atacar a imprensa, com aquele tom autoritário de professora de ginástica da série Porky’s, sempre com o apito na boca. Os repetidos ataques à imprensa do Porky’s subperonista fazem parte daquilo que o lulismo chamou de “campanha plebiscitária”. Em 2010, Lula, Franklin Martins e Dilma Rousseff pretendem estabelecer “o confronto entre dois programas, entre dois Brasis”: o de Lula e o de Fernando Henrique Cardoso. Trata-se da estratégia eleitoral mais obtusa de todos os tempos. Sempre que o PT apostou na tese dos “dois Brasis”, ele se danou: o Brasil do passado e o Brasil do presente, o Brasil do Norte e o Brasil do Sul, o Brasil branco e o Brasil preto, o Brasil rico e o Brasil pobre, o Brasil das empresas estatais e o Brasil das empresas privadas, o Brasil educado e o Brasil analfabeto, o Brasil dos cabelos alisados e o Brasil em que ninguém pode alisar os cabelos, o Brasil da imprensa independente e o Brasil da Confecom. Contra a campanha plebiscitária do PT, o PSDB já tem a campanha pronta. Basta dizer: “O Brasil é um só”. http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/
Escrito por Marcelo Marson às 19h30
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